Home
|
|
|
|
|

| Saúde Federal | Saúde Estadual | Saúde Municipal | INSS | MPS | Funasa | DRT | PSF ACS ACE | Ações Judiciais | Comunitário | Política | Economia | Cultura | Geral | Galeria de Fotos | Links | Erramos 30/05/2019 15/05/2019 14/05/2019 03/05/2019 10/04/2019
INSS  

Servidores do INSS fazem paralisação nesta quinta (14/4) com ato na Gerência Norte

12/04/2016

Servidores do INSS na assembleia dessa terça-feira 12, no Sindsprev/RJ
Foto: Mayara Alves

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Assembleia realizada pelos servidores do INSS na noite dessa terça-feira 12, no auditório do Sindsprev/RJ, referendou o indicativo da Fenasps (Federação Nacional) de paralisação de 24h nesta quinta-feira (14 de abril), para pressionar o governo federal a cumprir o acordo de greve de 2015, cujos projetos de lei com os principais itens (como reajuste) ainda estão parados no Congresso Nacional.

No dia da paralisação (quinta-feira), a partir das 9h, os servidores do INSS vão protestar em frente à agência Irajá (Av. Brasil), onde funciona a Gerência Executiva Norte do Instituto. Na ocasião, vão denunciar as perseguições movidas contra os servidores Camilo de Jesus Roma Assunção Leite e Rolando Medeiros. Lotado no setor de Benefícios Assistenciais daquela APS, Camilo está sendo arbitrariamente transferido para a APS Santa Cruz. Dirigente do Sindsprev/RJ, Rolando está há mais de um ano com salários suspensos pelo INSS, que insiste em não reconhecer seu mandato classista iniciado em 2012. As perseguições aos dois servidores foram interpretadas pela assembleia como um ataque ao direito de organização de toda a categoria.

Participação em ato do funcionalismo estadual

Na parte da tarde, os servidores do INSS juntam-se às categorias do funcionalismo público estadual, que vão protestar contra os cortes de direitos promovidos pelo governo Luiz Fernando Pezão (PMDB). O ato dos servidores do estado será na Alerj, a partir das 14h, de onde seguirão em passeata até a Secretaria Estadual de Fazenda, na Av. Presidente Vargas.

“Vamos nos juntar aos companheiros do Estado porque estamos todos no mesmo barco. O que acontece no Estado hoje, como atrasos de salários e perdas brutais de direitos, é um retrato do que pode acontecer em breve com todo o funcionalismo público federal, se não nos mobilizarmos. Isto porque o governo Dilma (PT) também quer jogar a conta da crise nas costas dos trabalhadores”, afirmou Luiz Fernando Carvalho, diretor do Sindsprev/RJ. "Já estamos em vias de concluir a reposição do serviço represado no INSS durante a greve do ano passado, mas até agora o acordo de greve ainda não foi cumprido, o que mostra que nossos direitos continuam sendo atacados. Precisamos reagir”, completou a servidora Maysa Campos de Souza.

Paralisação de quinta-feira também inclui outras categorias

O indicativo nacional de paralisação para esta quinta-feira (14/4) também inclui os servidores da Saúde Federal, da Anvisa, da Previdência Social e do Trabalho. 

Além de não cumprir o acordo de greve, o governo enviou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 257/2016, que prevê o congelamento de salários e a demissão de servidores públicos federais, estaduais e municipais. Outro ataque movido pelo governo contra os servidores é a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 139/2015, que acaba com o abono-permanência.

Fenasps cobra suspensão de mais um ciclo IMA-GDASS

Em reunião com a presidente do INSS, Elisete Berchiol, realizada no último dia 8/4, em Brasília, representantes da Fenasps cobraram a suspensão de mais um ciclo do IMA-GDASS. A Fenasps pontuou ainda que, embora tenha sido importante a adoção da meta de 67 dias (concessão de benefícios) como forma de desafogar os servidores do INSS, ainda persistem graves problemas estruturais não considerados pelo Instituto. Outro questionamento foi quanto ao tratamento desigual dispensado aos médicos peritos, cuja gratificação (GDAMP) teve dois ciclos suspensos, o que não ocorreu com a GDASS. A Fenasps também cobrou a ampliação do prazo-limite de 6 meses para reposição dos serviços.

Em resposta, Elisete Berchiol disse não aceitar a suspensão do ciclo, mas se dispôs a abrir uma negociação para corrigir a GDASS, de forma a mensurar os problemas estruturais do INSS. Nesse sentido, agendou para o próximo dia 4 de maio uma nova reunião com a Fenasps, quando também será discutida a reformulação do REAT.






     Voltar

Ir para o topo | Envie esta página para um amigo | © SINDSPREV 2007  |  Desenvolvido por Spacetec