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INSS  

Sindsprev/RJ e Fenasps ocupam Regional Sudeste do INSS

19/02/2018


Sindicalistas durante ocupação da antessala do superintendente Sudeste do INSS
Foto: contribuição

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Dirigentes de sindicatos de servidores da seguridade e do seguro social, entre eles o Sindsprev/RJ, e da Federação Nacional (Fenasps), ocuparam, nesta segunda-feira (19/2), pela manhã, a sede da Regional Sudeste do INSS, em Belo Horizonte. A mobilização faz parte do Dia Nacional de Paralisações e Mobilizações Contra a Reforma da Previdência, convocado pelas centrais sindicais.

“Outro objetivo da ocupação foi forçar o superintendente regional do instituto, Paulo Eduardo Cirino, a receber os mais de 150 sindicalistas de toda a Região Sudeste (Rio, São Paulo, Minas e Espírito Santo) para discutir a pauta de reivindicações dos servidores do INSS”, explicou o diretor da Fenasps e do Sindsprev/RJ, Pedro de Lima. Ele e mais quatro dirigentes do Sindsprev/RJ participaram da atividade. Os manifestantes acabaram sendo recebidos por Cirino por volta das 10 horas.

Entre as reivindicações estão o cumprimento do acordo de greve 2015: plano de carreira, campanha salarial, não às terceirizações e manutenção do Reat; extensão das 30 horas para todos os servidores do INSS; concurso público imediato (o déficit, segundo o próprio INSS é hoje de 14 mil servidores); e discutir todo o processo de trabalho, antes de implantar programas como teletrabalho e INSS Digital com o movimento sindical, antes da implantação; e não à fusão e fechamentos de agências.

Ataques à categoria e aos segurados

O teletrabalho vai causar mais esvaziamento das agências, desarticulando a categoria e piorando o atendimento. Se for somada a isto a fusão de postos de atendimento e a redução de pessoal prevista, a demanda aumentará nos postos que ficarem e a capacidade de atendimento cairá drasticamente. O diretor do Sindsprev/RJ, Paulo Américo, argumentou que governo aposta na queda da qualidade do atendimento para justificar a terceirizaçãor que também aumenta o risco para a carreira. Isto porque a categoria perde a força, tendo consequência nos salários e aposentadorias ao longo dos anos. Hoje não há uma resistência a estes ataques, o que é muito prejudicial agora e para a frente.






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