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INSS  

Servidores do INSS fazem ato contra corrupção, em Brasília

21/05/2018


Dirigentes do Sindsprev/RJ e da Fenasps durante o ato, na capital federal
Foto: Colaboração

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Servidores do INSS de Brasília participaram de um protesto contra a corrupção e as indicações políticas. Organizado pelo Sindsprev local, contou, ainda, com a participação de dirigentes do Sindsprev/RJ e da Federação Nacional (Fenasps). A manifestação foi nesta segunda-feira (21/5) em frente ao prédio da Direção Central do Instituto, na capital federal.

O diretor da Fenasps, Moacyr Lopes, defendeu que os cargos de alto escalão do INSS sejam ocupados por servidores de carreira, evitando a ocorrência de irregularidades, como o escândalo mais recente, da contratação da empresa RSX Infornática Ltda. para o fornecimento de tecnologia de sistemas de informática. Descobriu-se que, em sua sede, funcionava uma empresa de entrega de bebidas. Com as matérias sobre o caso feitas pelo jornal O Globo, o presidente do Instituto, Francisco Soares Lopes, acabou sendo exonerado do cargo.

Antes, ainda tentou reagir. Cancelou o contrato do INSS com a RSX e disse que ia mandar investigar o caso. Lopes foi uma indicação do PSC, do líder do governo André Moura, fiel aliado de Temer.

“Por isto defendemos que os cargos de confiança sejam ocupados por servidores de carreira, comprometidos com a instituição e não a serviço da corrupção”, defendeu o diretor do Sindsprev/RJ, Milton Alves. Moacyr, da Fenasps, adiantou que novos atos serão convocados em Brasília e em todo o país, com o mesmo objetivo. “Não podemos permitir o leilão de cargos que transformam o alto escalão de órgãos federais em balcão de negócios a serviço de interesses espúrios”, argumentou.

São 36 os postos de confiança do alto escalão do INSS que enfrenta um desmonte intencional do governo, com vistas à terceirização. Desmonte que começou com a suspensão dos concursos e se aprofundou no governo Temer, com a saída do Instituto do Ministério da Previdência Social, passando a ser subordinado ao Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

Hoje, o INSS tem um déficit gigantesco de 16 mil vagas, número que tende a dobrar, com aposentadorias, a partir de 2019. Como o governo se nega a realizar concurso, o órgão beira o caos.

Corpo técnico foi contrário à RSX

O corpo técnico do INSS alertou o presidente do instituto de que os programas que a empresa RSX disse que possuía não tinham utilidade para o órgão. Mesmo assim, Lopes usou uma ata de preços que dispensa licitação. Chegou a liberar R$ 4 milhões, de um total de R$ 8,8 milhões do total do contrato à empresa sem ter recebido nenhum serviço.  Segundo a reportagem do “Globo”, Lopes confirmou ter gasto essa fortuna sem verificar a procedência da RSX.






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